quinta-feira, 28 de abril de 2011

Meet Joe Black - Part II




























































Meet Joe Black - Part I

Pois sim, lá fui ver o Senhor Black.
[E claro esta publicação vem com uma semana de atraso porque o meu blog (aka a minha net) também têm férias da Páscoa.]

Foi maravilhoso.
Obrigada ao meus dois companheiros de viagem pelo presente de aniversário, o almoço, o gelado, e mais importante de tudo: a companhia.
Antes de mais nada, e porque eu sou uma rapariga que presa o direitos de autor acima de qualquer outra coisa, tenho a  dizer que as fotos que vou publicar nao são inteiramente minhas. As fotos do concerto em si são da autoria de Carlos Ferreira. Podem encontrá-lo no Facebook, no Olhares e no Myspace.
(de qualquer forma, se clicarem nas fotos que são dele também lá chegam).

Sem mais demoras:












































sábado, 16 de abril de 2011

segunda-feira, 11 de abril de 2011

domingo, 10 de abril de 2011

O progenitor pede desculpa e agente tem de perdoar num é berdade?

O Tuga

A lei do desenrasca devia fazer parte da constituição.
Já é o dia-a-dia de todo o Português, portanto seria só uma formalidade.
Para o Tuga tudo tem solução.
O Tuga sabe sempre tudo e sabe sempre resolver as coisas.
Podemos pedir a um Tuga ajuda para consertar um foguetão da NASA e ele com certeza nos irá dizer que dá uma olhadela e vê o que consegue fazer.
O Tuga podia muito bem estar a estudar física de partículas no CERNE. Podiam as partículas não chegar a lado nenhum mas pelo menos não haveria sanita entupida ou cano a pingar.

Eu tenho um computador. Um PC. Com uns 6, 7 anos. Sem ligação à Internet.
A maior carga de sistema que ele apanha é quando a minha mãe tenta jogar Solitário Spider no modo "difícil".
Pois bem, este modesto e velhinho computador às vezes não reconhece os DVD's que se lá metem que são todos modernos e XPTO.
A sua maneira de nos dizer que já está velho é, normalmente não dando som.
Isto será provavelmente falta de codecs adequados (espero não estar a dizer barbaridades).
Eu sei isto.
Mas o meu pai, o belo do Tuga, não sabe.
Mas será que isso demove o Tuga de não tentar resolver?!
Claro que não.

O que é que a Santa Inteligência do Tuga se lembra?
Bora clicar nos F's coisos quando o computador está a iniciar?! Bora!
Bora clicar onde diz "Restauro do Sistema"?! Bora!
Bora ficar sem sistema operativo?! Bora!
Bora ficar sem nada ponto final?! Bora!

Resultado: fiquei sem 40GB de música, o meu percurso académico até à entrada na faculdade, todos os meus filmes, todos os meus pseudo-textos criativos, e... todas as minha fotografias.
 TODAS.
7 anos da minha vida em fotografias que foram à vida.
Das minhas primeirissimas tentativas de arte até às muitas fotos recentes que tinha tirado do meu portátil para desocupar espaço, está tudo perdido.
Não consigo encarar o facto de que de todo o meu trabalho fotográfico, só resta o que tenho no meu portátil.
Algumas das minhas melhores fotos desapareceram.

Porquê Deus?

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Cara Colega de Casa,

É magnifico passar a semana a lavar louça sua.
Não, a sério...
Melhor é ver que, quando por obra e graça do espírito santo a menina se lembra de lavar alguma coisa, faz questão de deixar de lado o meu prato e o meu copo.
Um prato e um copo.
Really?!
A menina não vai gostar nada quando me cansar de olhar e passar a dizer o que penso.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Cara Colega de Casa,

Se insistes em lavar a casa-de-banho, pelo menos faz o trabalho bem feito.
Uma casa-de-banho suja é composta por mais coisas sujas para além do chão sujo.

Cara Colega de Casa,

És um ser estranho para mim.
Porque raio estás a lavar a casa de banho?!
Lava mas é a loiça que insistes em acumular na cozinha.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Books....

Agora que já tenho tempo para respirar ao fim-de-semana, obrigo-me a deixar o computador em Coimbra.
2 dias sem Internet.
Há espaço para tudo.
Há tempo para nos sentarmos na cama às 4 da tarde e de dizermos para nós mesmos: "Não tenho nada para fazer. Mesmo nada".
A estranheza desta sensação, transparece bem o frenesim em que tudo se tornou. Com a Internet, mesmo quando não há nada para fazer, há sempre alguma coisa que podemos fazer.
Assim, dei por mim deitada na minha cama feita de lavado, no meu quarto arrumado da minha casa limpa, olhando para a luz intensa que entrava pela janela pensando mais uma vez que a luz no meu quarto é fantástica e devia qualquer dia ser usada para um qualquer projecto de fotografia.
Lembrei-me das últimas vezes em que esta sensação de paz descomprometida me tinha batido há porta.
O que fazia eu nessa altura?
Olhei em redor... os meus olhos encontraram a estante (bem modesta) de livros da minha secretária. Não tendo livros suficientes para os ordenar de forma eficiente por cor, tenho-os disposto por ordem cronológica de maneira que, da esquerda para a direita, estejam dispostos os livros que fizeram a minha adolescência. O Bando dos Quatro, Harry Potter, Simon Beckett, Patrick Süskind, Dan Brown, José Saramago, José Rodrigues dos Santos...
E foi aí que me lembrei das tardes, dias até que passava a ler no meu quarto (nessa altura ainda lá em baixo).
E a sensação de entrar num outro mundo, de me apaixonar pelas personagens e as suas causas e de devorar as páginas para chegar ao fim.
Nada. Nada se compara a um livro.
Olhei então de novo para a estante e vi-os: uns quatro, cinco livros no fim daquela linha que nunca tinham sido abertos.
Foi assim que li, em dois fins-de-semana: Nua e Crua e Anjos e Demónios.

 

Sinto a minha inspiração a evaporar-se, por isso é melhor parar. Pela língua portuguesa e pela arte de bem escrever, vou parar, porque senão sei que vou acabar por escrever coisas do tipo: "Gostei muito. Tu ler também. É bom."

Mas prometo que critico amanha.
Prometo.
Prometo que pelo menos tento.

*