domingo, 28 de novembro de 2010
It shouldn't feel like you're doing me a huge favor.
It shouldn't feel like this is a huge sacrifice.
It shouldn't feel like you're avoiding me.
It should to feel like happiness and mind blowing joy and warm hugs and long kisses and hold hands.
So, why do I have this feeling that you don't love me any more?
"You know what I'm scared of?
That one day you'll wake up and think that I'm not as great as you thought I was. That one day you'll wake up and find that I'm not as pretty as before.
That one day you'll wake up and find that you don't love me as much as you use to."
It shouldn't feel like this is a huge sacrifice.
It shouldn't feel like you're avoiding me.
It should to feel like happiness and mind blowing joy and warm hugs and long kisses and hold hands.
So, why do I have this feeling that you don't love me any more?
"You know what I'm scared of?
That one day you'll wake up and think that I'm not as great as you thought I was. That one day you'll wake up and find that I'm not as pretty as before.
That one day you'll wake up and find that you don't love me as much as you use to."
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Sou definitivamente a pessoas mais idiota deste mundo.
Porquê?!
Eu sei que consigo fazer isto.
Mas porque raio é que estou a fazer exactamente o contrário?!?!
Estúpida.
A minha falta de controlo assusta-me. Forço-me por pensar como era antes, mas algo na minha mente me impede de ver o sentimento por detrás das lágrimas derramadas. Sei que houve agonia e tristeza, mas oiço estas palavras ecoarem na minha cabeça como isso mesmo: palavras, simplesmente palavras.
O que é que se passa comigo?
Lembra-te! Sente outra vez.
Dá valor ao que tens, não queiras sempre melhor!
Porquê?!
Eu sei que consigo fazer isto.
Mas porque raio é que estou a fazer exactamente o contrário?!?!
Estúpida.
A minha falta de controlo assusta-me. Forço-me por pensar como era antes, mas algo na minha mente me impede de ver o sentimento por detrás das lágrimas derramadas. Sei que houve agonia e tristeza, mas oiço estas palavras ecoarem na minha cabeça como isso mesmo: palavras, simplesmente palavras.
O que é que se passa comigo?
Lembra-te! Sente outra vez.
Dá valor ao que tens, não queiras sempre melhor!
sábado, 20 de novembro de 2010
Imagens....
o grupo 3
AS MELGAS
E esta foto, que é tão simbólica... Representa o enorme espírito de inter
ajuda entre todos os monitores, o companheirismo, a facilidade com que se criam laços nestas "duras condições".
One step further....
Com 19 anos, e como todas as pessoas de 19 anos, tinha a certeza ingénua e prepotente de que, passados os anos da estupidez da adolescência, já sabia tudo o que havia para saber, sabia quem era e o que conseguia fazer, o meu limite e o meu alcance.
Como estava enganada...
De 10 à 17, deixei de ser a Cláudia, aluna de Psicologia, centrada no seu namoro mal resolvido e a sua péssima prestação escolar, para passar a ser Cláudia Teles, monitora acompanhante de João, 34 anos, diagnosticado com Doença de Thonsen e Nanismo no 4º turno de acolhimento da CFT.
A Colónia de Férias da Torreira (CFT) promove no inicio e no fim do ano turnos de acolhimento para pessoas com deficiência. Para além de proporcionarem 7 dias de diversão aos utentes, estes turnos de acolhimento têm como objectivo central dar às suas famílias um período de descanso.
Inscrevi-me pela Quinta da Conraria, aqui em Coimbra, sem saber muito bem para o que ia, sem saber bem o que era suposto fazer.
De repente era dia 10 e estava eu numa carrinha a ir para longe de casa, fazer uma coisa para a qual não tinha a certeza de estar preparada, mas levava vontade de tentar e isso ajudou.
Podia dizer que foi maravilhoso do principio ao fim e que me saí muito bem nas minhas tarefas, que não fraquejei nem um bocadinho e que não me causou estranheza nem choque.
Podia, mas não o vou fazer, porque... o que vou contar a seguir é humano e é normal.
Não esperem que escreva com rodeios ou com medo de usar certas palavras ou expressões. As palavras deficiente, mongolóide, retardado, são isso mesmo: palavras. Não se deixem enganar pelos extremistas, estas palavras retratam mesmo a DIFERENÇA. Porque, se um deficiente falasse como a maioria das pessoas, andasse como a maioria das pessoas, pensasse como a maioria das pessoas, não seria deficiente, por isso, como é deficiente, essa pessoa é diferente.
Não, não é a constatação da diferença que nos deve incomodar. Ela existe e é normal.
O que nos deve preocupar é a forma como lidamos com ela.
Sim, falas de maneira diferente, mas em que medida é que a minha maneira de falar é melhor que a tua? Porque raio é que achas que a tua maneira de andar é melhor que a minha e por isso crias escadas em vez de rampas? Por que é que achas que ignorar que a minha altura não me permite chegar aquela caixa multibanco é melhor do que e criar uma que eu também possa usar? Entrámos naquele estado em que as coisas estão à nossa frente, mas fazem-nos tanta confusão que fechamos os olhos, como as crianças, na esperança de que, quando os abrimos, essas coisas já não estejam lá.
Numa entrevista ouvi uma repórter perguntar a uma rapariga portadora de deficiência, a respeito das poucas acessibilidade:
"Porque é que achas que isto acontece? Porque vocês incomodam demasiado?"
Ela respondeu:
"Não, é exactamente porque não incomodamos o suficiente".
Concordo totalmente.
Por tudo isto, não quero ter que ter medo de usar palavras que conotem a diferença, porque só tratando a diferença com a normalidade com que se trata a igualdade é que se consegue um mundo realmente sem preconceito.
Portanto.
Entrar numa sala com 40 pessoas diferentes chocou-me. Ver um deficiente é uma coisa, ver uma sala cheia de espasmos e gritos e andares esquisitos e baba e olhares esgazeados e choro e ranho é chocante. Vemos a natureza humana reduzida à humilhação de um erro genético, de um problema no parto, de um acidente de trabalho...
Esta é a primeira impressão: estas pessoas são um erro da natureza, um patético erro da natureza ou do destino.
E depois já não sabes se hás-de tratar estas pessoas tão diferentes de forma igual à que tratarias todas as outras, assalta-te a dúvida, a incerteza de seres capaz e então, queres sair dali e voltar ao teu mundinho onde te esconderam sempre que existem erros da natureza e onde toda a gente é normal.
Digo isto sem medo.
Hoje sei que foi bom ter este choque.
Passado uns tempos, vais relaxando no meio desta sala de espasmos e olhares esgazeados. Vais conseguir comunicar com o rapaz na cadeira de rodas que nem sequer consegue falar, vais conseguir rir da rapariga que repete a canção dos parabéns vezes e vezes sem conta e que trata toda a gente por "Vô", vais conseguir tocar na mulher catatónica que só mexe os olhos e no homem sem braços nem pernas.
Vais conseguir dançar e cantar e saltar e gritar como se não houvesse amanhã e dar com a cabeça nas paredes na tentativa de criar contacto com uma pessoa, vais saltar de alegria quando alguém te dá um abraço e diz obrigada da maneira mais sincera que pode haver...
E de repente, sem sequer teres dado conta, estás completamente integrada naquele mundo e aquilo que causou estranheza agora é tão normal... Percebes que, afinal de contas.... um olá pode ser dito verbalmente, ou de forma mais original, como um piscar de olhos, um grito, com um toque, com um riso, mas será sempre um olá.
Percebes que, afinal, o âmago daquelas pessoas é igual ao de qualquer outro ser humano.
Percebes que podes falar de maneira diferente, andar de maneira diferente, comer de maneira diferente, reagir de maneira diferente, mas os sentimentos, esses vão ser sempre os mesmos.
Vês que o que nos move é o mesmo que os move a eles: a busca da felicidade.
No fundo, somos todos seres pequeninos a tentarem fazer o melhor que podem com o pouco que têm.
A partir do momento em que te apercebes desta igualdade, todas as diferenças se desvanecem.
E foi assim a minha semana. Recebi uma chapada de humildade que me fez crescer uns centímetros.
Hoje, sinto-me orgulhosa por tudo aquilo que aprendi.
Muito obrigada a todos.
Como estava enganada...
De 10 à 17, deixei de ser a Cláudia, aluna de Psicologia, centrada no seu namoro mal resolvido e a sua péssima prestação escolar, para passar a ser Cláudia Teles, monitora acompanhante de João, 34 anos, diagnosticado com Doença de Thonsen e Nanismo no 4º turno de acolhimento da CFT.
A miotonia congénita (doença de Thomsen) é uma perturbação auto-sómica dominante que afecta, por igual, homens e mulheres e que costuma iniciar-se na infância. As mãos, as pernas e as pálpebras tornam-se muito rígidas devido a uma incapacidade de relaxar os músculos; no entanto, a debilidade costuma ser mínima. O diagnóstico estabelece-se pelo aspecto físico característico da criança, pela incapacidade de relaxar a mão uma vez que a abriu e fechou várias vezes seguidas e pela contracção muscular persistente quando o médico percute directamente o músculo. Para confirmar o diagnóstico requer-se um electromiograma. A doença de Thomsen trata-se com fenitoína, sulfato de quinina, procainamida ou nifedipina para reduzir a rigidez e os espasmos musculares, mas todos esses fármacos têm efeitos secundários adversos. Os exercícios praticados com regularidade podem ser úteis. As pessoas afectadas com a doença de Thomsen têm uma expectativa normal de vida. http://www.manualmerck.net/?id=92&cn=866Pois bem, se calhar é melhor começar pelo inicio.
A Colónia de Férias da Torreira (CFT) promove no inicio e no fim do ano turnos de acolhimento para pessoas com deficiência. Para além de proporcionarem 7 dias de diversão aos utentes, estes turnos de acolhimento têm como objectivo central dar às suas famílias um período de descanso.
Inscrevi-me pela Quinta da Conraria, aqui em Coimbra, sem saber muito bem para o que ia, sem saber bem o que era suposto fazer.
De repente era dia 10 e estava eu numa carrinha a ir para longe de casa, fazer uma coisa para a qual não tinha a certeza de estar preparada, mas levava vontade de tentar e isso ajudou.
Podia dizer que foi maravilhoso do principio ao fim e que me saí muito bem nas minhas tarefas, que não fraquejei nem um bocadinho e que não me causou estranheza nem choque.
Podia, mas não o vou fazer, porque... o que vou contar a seguir é humano e é normal.
Não esperem que escreva com rodeios ou com medo de usar certas palavras ou expressões. As palavras deficiente, mongolóide, retardado, são isso mesmo: palavras. Não se deixem enganar pelos extremistas, estas palavras retratam mesmo a DIFERENÇA. Porque, se um deficiente falasse como a maioria das pessoas, andasse como a maioria das pessoas, pensasse como a maioria das pessoas, não seria deficiente, por isso, como é deficiente, essa pessoa é diferente.
Não, não é a constatação da diferença que nos deve incomodar. Ela existe e é normal.
O que nos deve preocupar é a forma como lidamos com ela.
Sim, falas de maneira diferente, mas em que medida é que a minha maneira de falar é melhor que a tua? Porque raio é que achas que a tua maneira de andar é melhor que a minha e por isso crias escadas em vez de rampas? Por que é que achas que ignorar que a minha altura não me permite chegar aquela caixa multibanco é melhor do que e criar uma que eu também possa usar? Entrámos naquele estado em que as coisas estão à nossa frente, mas fazem-nos tanta confusão que fechamos os olhos, como as crianças, na esperança de que, quando os abrimos, essas coisas já não estejam lá.
Numa entrevista ouvi uma repórter perguntar a uma rapariga portadora de deficiência, a respeito das poucas acessibilidade:
"Porque é que achas que isto acontece? Porque vocês incomodam demasiado?"
Ela respondeu:
"Não, é exactamente porque não incomodamos o suficiente".
Concordo totalmente.
Por tudo isto, não quero ter que ter medo de usar palavras que conotem a diferença, porque só tratando a diferença com a normalidade com que se trata a igualdade é que se consegue um mundo realmente sem preconceito.
Portanto.
Entrar numa sala com 40 pessoas diferentes chocou-me. Ver um deficiente é uma coisa, ver uma sala cheia de espasmos e gritos e andares esquisitos e baba e olhares esgazeados e choro e ranho é chocante. Vemos a natureza humana reduzida à humilhação de um erro genético, de um problema no parto, de um acidente de trabalho...
Esta é a primeira impressão: estas pessoas são um erro da natureza, um patético erro da natureza ou do destino.
E depois já não sabes se hás-de tratar estas pessoas tão diferentes de forma igual à que tratarias todas as outras, assalta-te a dúvida, a incerteza de seres capaz e então, queres sair dali e voltar ao teu mundinho onde te esconderam sempre que existem erros da natureza e onde toda a gente é normal.
Digo isto sem medo.
Hoje sei que foi bom ter este choque.
Passado uns tempos, vais relaxando no meio desta sala de espasmos e olhares esgazeados. Vais conseguir comunicar com o rapaz na cadeira de rodas que nem sequer consegue falar, vais conseguir rir da rapariga que repete a canção dos parabéns vezes e vezes sem conta e que trata toda a gente por "Vô", vais conseguir tocar na mulher catatónica que só mexe os olhos e no homem sem braços nem pernas.
Vais conseguir dançar e cantar e saltar e gritar como se não houvesse amanhã e dar com a cabeça nas paredes na tentativa de criar contacto com uma pessoa, vais saltar de alegria quando alguém te dá um abraço e diz obrigada da maneira mais sincera que pode haver...
E de repente, sem sequer teres dado conta, estás completamente integrada naquele mundo e aquilo que causou estranheza agora é tão normal... Percebes que, afinal de contas.... um olá pode ser dito verbalmente, ou de forma mais original, como um piscar de olhos, um grito, com um toque, com um riso, mas será sempre um olá.
Percebes que, afinal, o âmago daquelas pessoas é igual ao de qualquer outro ser humano.
Percebes que podes falar de maneira diferente, andar de maneira diferente, comer de maneira diferente, reagir de maneira diferente, mas os sentimentos, esses vão ser sempre os mesmos.
Vês que o que nos move é o mesmo que os move a eles: a busca da felicidade.
No fundo, somos todos seres pequeninos a tentarem fazer o melhor que podem com o pouco que têm.
A partir do momento em que te apercebes desta igualdade, todas as diferenças se desvanecem.
E foi assim a minha semana. Recebi uma chapada de humildade que me fez crescer uns centímetros.
Hoje, sinto-me orgulhosa por tudo aquilo que aprendi.
Muito obrigada a todos.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Darker than Black - NOVEMBER COLLECTION
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| Draped Chain T-Shirt by KAREN MILLEN |
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| Belted Biker Leather Jacket by ALEXANDER MCQUEEN |
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| Beaded Dress by KAREN MILLEN |
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| Celtic Lace Leggins by ALEXANDER MCQUEEN |
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| Soft Studded Bag by KAREN MILLEN |
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| ZARA SHOES, Autumn Collection 2010 |
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| Black Wings T-Shirt by ALEXANDER MCQUEEN |
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| Gold Studded Faithful Boot by ALEXANDER MCQUEEN |
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| Red Crystal Gold Skull and Bee Cocktail Ring by ALEXANDER MCQUEEN |
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| Angels Leather Faithful Hobo by ALEXANDER MCQUEEN |
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| Chain Belt by ZARA |
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| Studded Leather Jacket by KAREN MILLEN |
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| ZARA SHOES, Winter Collection 2010 |
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| Fake Leather Skirt by STRADIVARIUS |
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| Black Studded Brittania Clutch by ALEXANDER MCQUEEN |
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| Draped Jersey Dress by KAREN MILLEN |
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| Lace Knit Skull Wool Sweater-Dress by ALEXANDER MCQUEEN |
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| Marc Script Hair Clip by MARC JACOBS |
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
YAY TO ME
Fui para a cama às 10.
Adormeci às 11.
Acordei às 6.
Tive tempo de tomar banho, comer, ir ao facebook, apanhar o 7T (que vai "só" dar a volta a Coimbra para chegar à praça da republica). Cheguei antes do professor e tive tempo de tomar café.
Assisti a todas as aulas e almocei de faca e garfo.
À tarde, quando toda a gente desistiu de Raciocínio, eu fui das poucas pessoas que resistiu até ao final da aula.
Fui à baixa e comprei a carteira à minha mãe e à noite saí do meu quarto e cozinhei.
Someone asked me "Are you ok? I haven't seen you around".
I answered "I'll be, eventually".
For the first time I didn't have to lie, 'cause I really meant it.
Adormeci às 11.
Acordei às 6.
Tive tempo de tomar banho, comer, ir ao facebook, apanhar o 7T (que vai "só" dar a volta a Coimbra para chegar à praça da republica). Cheguei antes do professor e tive tempo de tomar café.
Assisti a todas as aulas e almocei de faca e garfo.
À tarde, quando toda a gente desistiu de Raciocínio, eu fui das poucas pessoas que resistiu até ao final da aula.
Fui à baixa e comprei a carteira à minha mãe e à noite saí do meu quarto e cozinhei.
Someone asked me "Are you ok? I haven't seen you around".
I answered "I'll be, eventually".
For the first time I didn't have to lie, 'cause I really meant it.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
It's all about lying and how good you are doing it...
So, lovers how are we doing?
Tell me about you, I'm tired of dealing with myself. I need to think of someone else problems. I had Grey's but I had seen all that is to be seen (BTW, season 7 is being so awesome) and now I need you to fill my head with something rather than me, 'cause I'm stuck with myself all day, I go on and on thinking about my life, my problems, my feelings... even thinking about thinking and I just can't handle it anymore, I'm going I N S A N E.
So... cutte little things.... what do you all have to tell me? I'm majoring in psychology, so I better get started with all the "Listening-To-The-Problems-Of-Total-Strangers-Pretending-I-Care" thing anyway.
(I'm pretty sure no one will answer me, but Mrs. Hope and I are verry verry close frriends.)
Ah Despicable Me (ou Gru, o Mal-Disposto para os portugueses) is soooo awesome, go see, 'cause.... "YOU'RE SO FLUFFY I'M GONNA DIE"!
I am deeply sorry for my inspiration, it's going trough some tough time, and sometimes it just fells like running far away from me.
So much to tell and so little time. (not really, but anyways...)
*
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