segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Announcement

I have to give up on 365 Report. It's utopian and it only leads to failure.
I knew it. So, when I found this other photography project, I couldn't say no.
Sorry, but 365 Report has been replaced for 52 PROJECT: 1 year, 52 weeks, 52 photos (2011).

Want...




Encontrei isto aqui... 
A+R está, aliás repleto de coisas que eu morria por ter...
Ainda sou capaz de dedicar um post só às outras coisinhas que encontrei.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

MARCO: "Então e esse estudo?"

EU: "Estou a fazer uma pausa Kit Kat"

MARCO: "Ve lá se não engordas com tanto Kit Kat"

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Look what I just found....

Andava eu a vasculhar a gaveta das fotos da minha mãe... à procura de algumas "memórias" para aqui, quando tropecei nisto:









Nem sei bem por onde hei-de começar...  
Talvez pelo contexto:
5º ou 6º ano, tinha eu 11 ou 12 anos... Viagem de estudo às grutas dos Alvados (perto de Fátima). 
Estas fotos foram tiradas à entrada das grutas... 
Sou eu, a minha melhor das melhores amigas da altura Joana (Primeira foto: a da direita), a minha futura melhor amiga e maior companheira Dina (Primeira foto: a da esquerda) e a minha ainda mais futura melhor amiga Claudita (primeira foto: a do meio). Engraçada ironia do simbolismo desta fotos que na altura não significaram mais do que amizade: 3 gerações de "melhores amigas".
As fotos estão queimadas porque um suposto técnico de fotografia fez aquilo que nunca se deve fazer a um rolo de uma analógica: expô-lo ao sol. :s
Na altura fiquei irritada, mas agora acho que dá um ar saudosista e antiquado às fotos =)


Uns bons anos depois:


Joana



Dina




Cláudia

Como a vida muda.
Acho que já nem me reconheço naquelas fotos...
E tenho pena que o contacto se tenha perdido (nalguns casos na totalidade) com quase todas elas. Raramente vejo a Joana, mas ainda somos muito amigas. A Dina... já significou tanto e agora nem sei onde ela está, como está, com quem está... A Claudita seguiu o caminho dela mas a nossa separação foi (excepcionalmente) uma opção.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Westwickness



MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA.
MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA.
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MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA.
MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA. MERDA.




ok, era mesmo só isto.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Want...


É a do chuck bass por favor....

Friends

Another red letter day, 
So the pound has dropped and the children are creating, 
The other half ran away, 
Taking all the cash and leaving you with the lumber, 
Got a pain in the chest, 
Doctors on strike what you need is a rest 

It's not easy love, but you've got friends you can trust, 
Friends will be friends, 
When you're in need of love they give you care and attention, 
Friends will be friends, 
When you're through with life and all hope is lost, 
Hold out your hand cos friends will be friends right till the end 

Now it's a beautiful day, 
The postman delivered a letter from your lover, 
Only a phone call away, 
You tried to track him down but somebody stole his number, 
As a matter of fact, 
You're getting used to life without him in your way 

It's so easy now, cos you got friends you can trust, 
Friends will be friends, 
When you're in need of love they give you care and attention, 
Friends will be friends, 
When you're through with life and all hope is lost, 
Hold out your hand cos friends will be friends (right till the end)

sábado, 15 de janeiro de 2011

Cansaço Crónico.


Não está (definitivamente) a ser um começo de 2011 agradável ou auspicio.
Se o resto do mês vai ser como estas duas semanas que passaram, então por favor matem-me já para se poupar no drama...
Estou a morrer de cansaço. Isto porque me tornei basicamente noctívaga nestas duas semanas e nestes dois dias que passaram, como fui forçada (vim finalmente de fim-de-semana a casa) a voltar a dormir como as pessoas normais, acabei por não dormir nada já que o meu corpo decidiu fazer birra e achou que já que eu não dormia das 11 (da manha) às 6 (da tarde), também não dormia de todo. Palerma.
Portanto estou agora a morrer em frente ao computador, a escrever coisas que provavelmente não fazem sentido e a dar erros de ortografia completamente descabidos (bendita seja a correcção automática do google chrome).
Que mais? Para já é só isto que consigo dizer.
Tenho mesmo que ir dormir e rezar para não acordar às 3 da manha com a energia de quem acorda à 11.

*


WeheartIt
        


terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Vinculação

"O Sistema de Vinculação é activado quando o sujeito está ansioso, inseguro,
pouco confiante ou fatigado." Teoria da Vinculação (Bowlby; Ainsworth; Main & Cassidy)


Já quase que me tinha esquecido porque é que adoro estudar psicologia...
É por isto mesmo, porque de repente damos de cara com frases que explicam uma data de coisas que andamos à anos a fazer ou a sentir sem nunca termos percebido.


É melhor continuar o estudo, já só me restam 3 horas.

sábado, 8 de janeiro de 2011

* Happy Birthday Cris. *


I've always had this feeling that I'm not beside them, just behind or above. I'm always out of tone. They don't get my sarcasm, my irony and I don't get their jokes about boys and their discussions about reality shows.
But.
They're my only ones.
Out of almost 2 hundred people, they are the ones who stood by my side, who worry if I don't go to classes, who put my name on interest things for me... They're the ones.
Catia and Ana are my truly BF's, my girls, my sisters... but they're not there every day, all day. That's no ones' fault, that's just life.
So, I'm left with you guys....
And yesterday I understood that time is need when you want to get along the people so different and when we have the patience to wait, things work out. As the days pass through, I fell less an less uncomfortable, I start to feel like one of you being no one other then myself.
We manage to get along.


I had a huge amount of fun yesterday night. It was Cris 20th birthday and we all put our hands in the air to celebrate it. =)
So, Happy Birthday my darling! **


quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Today's Daily Challenge - Share 5 things that are on your bucket list.

- Picnic in Central Park

- Watch the New Years Eve firework under the Eiffel Tower

- Publish something (book, article, review)

- Visit (at least) 5 European cities (London, Paris, Rome, Berlim, Prague)

- Spend one entire night watching old movies and drinking Porto by the fireplace with someone special.


Join Dayly Challenge

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Do you think you can dance?

Espera-me um mês completamente louco!
O meu calendário de exames é das coisas mais bonitas que alguma vez vi, de cada vez que olho para ele choro de emoção. Se não vejamos:

3 JANEIRO - Historia da Psicologia
3 JANEIRO - Aprendizagem e Memória
6 JANEIRO - MIP
10 JANEIRO - Raciocínio e Linguagem
11 JANEIRO - Psicologia do Desenvolvimento
13 JANEIRO - Psicopatologia
17 JANEIRO - Psicologia Social
21 JANEIRO - Psicologia Evolucionista


Não é fantástico? Não dá vontade de subir a Torre Eiffel com o entusiasmo?
Claro. E isto é só a 1ª fase. Nem mostro a segunda para não ferir susceptibilidades e porque nunca gostei de AVC's.


Adeus amores, tenho que ir tratar de MIP.



Até já.....

Estou há horas a olhar para este ecrã. ainda não escrevi nada e não consigo parar de chorar.
Falar sobre isto é demasiado esmagador. O que tenho a dizer é tão grande, tão bonito, tão complexo que dou por mim esmagada pelo poder das palavras que ainda nem sequer escrevi e não consigo mesmo parar de chorar.

Como hei-de dizer o que fizeste comigo? Como me tocaste? Como me mudaste? É simplesmente impossível expressar na plenitude a marca que deixaste em mim e na minha vida.
Posso simplesmente tentar transformar tudo o que conseguir em palavras.
Vou se calhar começar por falar de ti, só depois de nós.


Se calhar porque te conhecer tão bem, posso dizer que não conheço ninguém que seja tão complexo. Quanto mais me afundo em ti, mais percebo o quanto ainda há para descobrir, porque não és como as outras pessoas simples, planas e transparentes. O que a maior parte das pessoas conhece do Marco é relativamente claro e simples, mas é apenas o reflexo das doses de ti que tu tão sabiamente racionas para lhes dar.  Essa é a tua capa que, embora seja clara e simples, é fundamentalmente opaca. E a sua criação, meu querido, revela uma inteligência acima da média.
E por debaixo dessa capa reside apenas uma palavra. Uma simples palavra: sobrevivência.
Uma professora minha insiste muito em falar da maneira como o ser humano sobrevive ao ambiente. Ela acredita que no final de contas tudo se resume a saber quem sobreviveu e quem se deixou aniquilar pelo ambiente.
Tu és o exemplo perfeito de alguém que sobreviveu, de alguém que fez o melhor que pode com o pouco que dispunha, quando bateu no fundo.
Efeitos colaterais? Existem de certeza, mas só afectam os outros. Tu, como bom Leão, sais sempre vitorioso.
E isto... que tantos problemas criou à nossa relação, é hoje exaltado por mim. Parabéns.
Parabéns por seres a prova e o exemplo de que nós é que comandamos a nossa vida, nós detemos o controlo, está nas nossas mãos sucumbir ou renascer.

(e não é, no final de contas, o que nos move a todos, a sobrevivência?)


O ano em que te conheci foi o ano em que comecei a criar o que sou hoje. Foste o sinal de partida e o copiloto do meu crescimento, e por isso vou estar eternamente grata.
Quando a vida nos juntou, começaste por me dar tudo o que uma rapariga de 15 anos precisava: a emoção e o entusiasmo do primeiro namoro. Fizeste com que descobrisse o amor e a paixão nas formas mais românticas e pirosas possíveis.
Depois, quando já sabia como beijar, dar a mão, quando já sabia qual era a sensação de um beijo quente e de um abraço apertado e sentido, trataste de aniquilar os meus problemas mais básicos. Fizeste com que olhasse para mim com orgulho e segurança por dentro e por fora. Ajudaste-me a reconciliar-me comigo mesma.
Depois, quando eu já conseguia andar de cabeça levantada na rua, trataste de me dar segurança. E foi talvez isto que me marcou mais profundamente e que ainda hoje agradeço. Descobri uma coisa que não conhecia que nunca julguei sequer que existisse: a segurança e a estabilidade de termos alguém ao nosso lado. E isso não consigo expressar com palavras. É impossível explicar como uma coisa tão simples como o simples facto de estares sempre lá para mim, mudou e afectou TUDO na minha vida. Do mais simples ao mais complexo.
Depois, criou-se a cumplicidade. Do nada, surgiu a comunicação sem palavras, a compreensão sem necessidade explicação, o conhecimento e reconhecimento e, de repente, quando nos olhávamos a mesma frase ecoava nas nossas cabeças: "tu estás aí para mim. tu conheces-me. tu sabes-me.".
Sem que desse por isso, tornaste-te o meu porto seguro, o meu pilar principal.

Não há ninguém nesta vida que me conheça melhor e que tenha entrado em partes da minha intimidade e do meu ser como tu fizeste. És a única pessoa com quem não tenho que me preocupar com julgamentos, rótulos, imagens, analises... contigo, estou 100% à vontade para ser eu, porque sei que só gostas de mim porque nunca fui menos do que isso. É aliás por isso que podíamos estar horas infinitas à conversa, sem que eu tivesse que me preocupar em arranjar assunto, em ser interessante, em ser inteligente, em calar perguntas ou forças respostas. Para uma pessoa como eu, insegura e com o "eu desorganizado", essa sensação é impagável porque é um momento de paz e descanso de toda a pressão que diariamente ponho em cima de mim e na maneira como lido com os outros.
Podes nem sempre concordar comigo, mas sei que vais sempre compreender-me. Sempre. E por isso, és o meu principal e mais importante conselheiro.

Acho que dificilmente conhecerei alguém que me mude ou marque na dimensão com que o fizeste.



Chegou um ponto nestes anos em que pensei mesmo que era para sempre. Custou a acreditar, a atrever-me a acreditar que era possível, mas quando o fiz, não conseguia pensar noutra coisa. O futuro era tão quentinho, que era irresistível não pensar nele. 
E por isso fui-me aconchegando à ideia de que íamos durar para sempre, que era certo que íamos acabar os dois juntos e muito velhinhos.

Talvez por isso, tenha ignorado os primeiros sinais de ruptura.
Talvez por isso, tenha negado para mim mesma que não tínhamos problemas graves e profundos.
Talvez por isso, tenha continuado a acreditar que as discussões cada vez mais frequentes eram fruto da distância, da pressão, da faculdade, do TPM, etc.
Fomos os dois embalados neste "fechar de olhos à realidade", com medo de enfrentar o facto de que algo já não estava bem... fomos aguentando durante um ano, porque no meio do Apocalipse iam acontecendo coisas extraordinárias, capazes de fazer esquecer tudo e continuar a acreditar que o futuro era possível.

Até que tu cedeste.
E foi mau.
Foi horrível.
Experienciei dor, como nunca tinha acontecido e perdi o meu rumo por completo.
Depois não consegui lidar com a proximidade daquele que, na minha cabeça e no meu coração ainda era o meu namorado e que tinha insistido para que fossemos amigos, mas que eu agora já não podia tocar, beijar, abraçar...
Hoje sei que custou mais  por achar que havia esperança.
E foi por achar que ainda não tínhamos tentado tudo que te supliquei que voltássemos.
E tu aceitaste.
Eu estava novamente feliz, mas soou mal desde o inicio, esteve errado desde o inicio, mas eu continuei a ignorar porque o futuro sem ti era aterrorizador e porque estava mesmo convencida que conseguia mudar.
E mudei.
A verdade é essa.
O problema é que voltaste para mim pelo motivo errado. O pior motivo. A culpa.
E, embora me tivesses escondido esse facto, não podias esconder o sentimento. Eu sabia. Podia não ter um nome para lhe dar, mas sabia que não estavas comigo pelos motivos certos.
E eu esforcei-me tanto... mas isso só levou a que me sentisse mais desesperada com a tua falta de colaboração.

E depois cedi eu.
E acabou.

Mas desta vez saí de ao pé de ti com um sorriso.
Agora sei que não há mais nada a fazer, e isso deixa um sabor de dever cumprido. Agora sei que a nossa relação não resulta mais...
Mas o que melhor sei é que a parte que tanto me assusta perder, não tem que ir embora. As minhas longas conversas podem ficar, o meu conselheiro pode ficar, o meu dicionário pessoal pode ficar, a minha enciclopédia pode ficar.
A cumplicidade pode ficar, a confiança pode ficar, o companheirismo pode ficar.
O meu melhor amigo pode ficar.
(A tua melhor amiga também não vai a lado nenhum)
E embora custe enfrentar o facto de que já não és o meu namorado, sei que estava na altura de voar sozinha.
Talvez o futuro ainda traga momentos de fraqueza e desespero, mas desta vez já não tenho nenhuma esperança que os alimente.

O meu obrigada será sempre pequeno face a tudo o que fizeste por mim, resta-me garantir que sabes que estou sempre aqui para ti, no matter what.





Amei-te e amar-te-ei sempre em toda a minha vida.
Eternity Awaits.






Cláudia Teles

domingo, 2 de janeiro de 2011

2010 em imagens


Some good feeling.... 2011

I have such a good feeling for this coming year.... I made my 2011 resolutions list and I intend to fulfill it. I'm totally in the "fresh start" mood. Further explanation in a near future.  Until that, I just hope my good mood reach each and every one of you that are reading this.


My grandma said one day: "Sweetie, I have lived well, I only regret the time I spent regretting, after your grandpa's death". I'm so proud that she doesn't spend all of her precious time looking back, felling sorry and thinking about all the things she hadn't done like most of the people of her age.
So,
Do all those things you promise yourself to do "tomorrow", "next week", "next year".
'Cause tomorrow may not come.
Or tomorrow you may be old and grey and regretful...


Have a great great great 2011!


Thanks for being around. 


*




God Damn Resolutions...

depois falo. por agora, resta isto:

- Ter o meu objectivo focado: acabar o meu curso com uma média decente.
- Ir às aulas.
- Fazer plano para as férias e cumpri-lo.
Passar menos tempo a pensar e mais tempo a fazer.
- Usar mais vezes saltos.
- Usar mais vezes saia.
- Usar mais vezes o cabelo esticado.
- Não ser tão insegura.
- Ver um filme de língua não-inglesa por mês (desculpa becca, este foi descaradamente roubado a ti, mas gostei tanto... embora a tua versão seja utópica, ambas sabemos :p).
- NUNCA mais pensar que não consigo sem ele.
- Ler um (bom) livro por mês (pelo menos).
- Fazer Erasmus.
- Começar o 365 Report (AKA Dias Contados).
- Passar menos tempo a pensar em mim e a tentar descobrir quem sou e o que quero.
- Preencher as tabelas mensais de despesas.
- Levantar-me da cama.
- Não olhar para trás.
- Ouvir um álbum novo por mês.
- Tirar fotografias a Coimbra.
- Apreciar as coisas simples e não andar constantemente insatisfeita.
- Ver um  filme antigo por mês.
- Fazer exercício e dieta diária e prolongadamente.
- Não desesperar a pensar que não consigo.
- Fazer um plano para a passagem de ano e cumpri-lo.
- Não gastar mais dinheiro em refeições no Mc às 4 da tarde.
-  Não partir do principio ingénuo de que a analise que faço a tudo e todos está correcta
- (Re)ver "todos" os clássicos da Disney e se possível em português (a saber: Bela e o Monstro; Bela Adormecida; Branca de Neve; Bambi; Cinderela; Alice no País das Maravilhas; Peter Pan; A Pequena Sereia; Aladino; O Rei Leão; Pocahontas; O Corcunda de Notre Dame; Mulan; Tarzan).
- Decorar o meu quarto.
- Não perder tempo com auto comiseração.
- Acabar de escrever a minha peça.
- Ir a Lisboa ter com o(s) Marco(s).
- Ser menos impulsiva e emocional (está incluído pensar mais com a Cláudia Racional, eloquente dama de gelo, e menos com a Cláudia das Cavernas, ser que tem barba e uma moca).
- Fazer voluntariado num sitio qualquer.
- Voltar à Torreira.
- Ser mais "The Secret" do que "Bridget Jones Diary".
- Viajar (no caso de não fazer Erasmus).
- Arranjar um emprego.
- Ter tudo isto marcado como "feito" no dia 31 de Dezembro de 2011.